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Shin

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Anonymous assume violação maciça de domínios e servidores na Síria
"Anonymous Op Síria" começou em 05 de fevereiro de 2012 e levou várias semanas para baixar todos os dados adquiridos

Na semana passada o WikiLeaks começou a publicar uma coleção enorme de e-mails relacionada com a Síria, em conjunto com seis agências de notícias. Em uma visão geral do projeto Syria Files, o site disse que os 2,4 milhões de e-mails foram tirados de figuras políticas daquele país, ministérios e empresas associadas. Ao todo, 680 nomes de domínios diferentes estiveram envolvidos, incluindo o Ministério das Relações presidenciais, negócios estrangeiros, finanças, informação, transporte e cultura. As mensagens são datadas a partir de agosto de 2006 e março de 2012.

“Neste momento a Síria está passando por um violento conflito interno que já matou entre 6 mil e 15 mil pessoas nos últimos 18 meses”, disse WikiLeaks. “O Syria Files brilha sobre o funcionamento interno do governo sírio e da economia, mas também revela como as empresas ocidentais dizem uma coisa e fazem outra.”

Exatamente de onde os e-mails vêm? Na sexta-feira, o Anonymous respondeu a essa questão, liberando uma declaração em que assumiu o crédito por ter fornecido os emails para WikiLeaks.

Para esclarecer, ele disse que o “Anonymous Op Síria” começou em 05 de fevereiro de 2012, quando uma equipe “conseguiu criar uma violação maciça de vários domínios e dezenas de servidores dentro da Síria”. Participantes da equipe vieram do Anonymous da Síria, AntiSec – “agora conhecido como o LulzSec” – e da Frente de Libertação dos Povos. De acordo com o Anonymous, levou várias semanas para baixar todos os dados adquiridos.

“Tendo já formado uma parceria com o WikiLeaks na divulgação dos ‘Arquivos de Stratfor,” parece natural e óbvio continuar esta parceria histórica entre Anonymous e WikiLeaks na divulgação do Syria Files”, disse um integrante do Anonymous. “Espere mais divulgações deste tipo no futuro, já que a parceria maravilhosa entre WikiLeaks e Anonymous continua a crescer mais forte para mudar a história humana.”

WikiLeaks, no entanto, alertou que nem todos os 2,4 milhões de e-mails – sendo que 1,8% tinha sido infectado com vírus ou malware Trojan – poderiam ser presumido como legítimo. “Em uma coleção tão grande de informações, não é possível verificar todos os emails de uma só vez.”
O site recebe ajuda no projeto Syria Files por múltiplas agências de notícias, incluindo Al Akhbar no Líbano, Al Masry Al Youm no Egito, ARD na Alemanha, a Associated Press, L’Espresso na Itália, Owni na França, entre outros. Eles estão ajudando a analisar coletivamente os emails e preparar histórias relacionadas.

Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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